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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

UMA AÇÃO DE INCENTIVO A LEITURA

Olá alunos e amigos leitores!
Hoje trago uma publicação muito interessante do Ministério da Educação e Cultura da Argentina. Sempre admirei o trato que nosso país vizinho tem com relação  a cultura e a educação e agora o governo lança esta obra de incentivo a leitura que deveria inspirar muitos outros países e também o nosso querido Brasil. Porque incentivar nossas crianças e jovens a ler mais, ler melhor, ler para conhecer e também para se divertir, deveria ser o nosso maior objetivo. Esta obra se constitui em um guia prático para pais e mães e para todos que desejarem ajudar a formar novos leitores.
Aqui temos a capa do livro e um trecho que gostei muito, espero que vocês gostem também.


Dez princípios imprescindíveis para criar bons leitores:

1 - Dar exemplo. Ler diante das crianças e adolescentes;
2 - Escutar. É muito importante ouvir as perguntas dos pequenos, estar atento às suas dúvidas;
3 - Compartilhar. Ler com eles e para eles;
4 - Propor e não impor. Nunca tornar a leitura uma obrigação, mas sim um prazer;
5 - Acompanhar. Não abandoná-los quando já sabem ler;
6 - Ser constantes. Ler todos os dias, reservar um tempo exclusivamente para a leitura;
7 - Respeitar. Deixar o leitor livre para escolher suas leituras;
8 - Pedir conselho. Buscar auxilio de profissionais, nas Escolas, nas Bibliotecas ou Livrarias;
9 - Estimular. Qualquer situação pode ser motivo para procurar um livro, devemos deixá-los sempre ao alcance dos pequenos;
10 - Organizar. Organizar seu tempo, seus livros, seu espaço para ler.

Seguindo estes princípios tenho certeza de que despertaremos o gosto pela leitura em muitas pessoas à nossa volta. UMA ÓTIMA LEITURA A TODOS!!





segunda-feira, 2 de julho de 2012

TEM NOBEL NA NOSSA BIBLIOTECA

Olá! O homenageado deste mês no Projeto "Tem Nobel na nossa Biblioteca" é o escritor norte-americano Ernest Hemingway. Temos dois exemplares de "O Velho e o Mar". Venham ler!


Do Banco de Dados da Folha
[creditofoto]

Ernest Miller Hemingway nasceu em 1899, em Oak Park, Illinois (EUA). Filho de um médico da zona rural, cresceu em contato com um ambiente pobre e rude, que conheceu ao acompanhar o trabalho do pai na região. Esse ambiente foi descrito em seu livro de contos In Our Time (1925).
Trabalhando como repórter, Hemingway alista-se no exército italiano em 1916 e é gravemente ferido na frente de batalha. Ao deixar o hospital, passa a trabalhar como correspondente em Paris. Em 1926, publica O Sol Também Se Levanta, livro que obteria um sucesso surpreendente.
Em 1929, publica Adeus às Armas, que descreve a experiência militar de seu autor na Itália.
Vai para a Espanha, onde produz Morte à Tarde (1932), sobre as touradas; faz caçadas na África Central, que relata em As Verdes Colinas da África (1935); participa da Guerra Civil Espanhola e escreve Por Quem os Sinos Dobram (1940); de suas experiências como pescador em Cuba, surge O Velho e o Mar (1952), livro que lhe rendeu o Prêmio Pulitzer.
Ganhador do Nobel de Literatura (1954), Hemingway suicidou-se em sua casa de Ketchum, em Idaho (EUA), em 1961. (Fonte: educação.uol.com.br/biografias).

Depois de passar quase três meses sem fisgar um peixe, escarnecido pelos colegas de profissão, o velho Santiago enfrenta o alto-mar, sozinho, em seu pequeno barco. Quer provar aos outros e a si mesmo que ainda é um bom pescador. É em completa solidão que ele travará uma luta de três dias com um peixe imenso, um animal quase mitológico, que lembra um ancestral literário, a baleia Moby Dick. 

À medida que o combate se desenvolve, o leitor vai embarcando no monólogo interior de Santiago, em suas dúvidas, sua angústia, sentindo os músculos retesados, a boca salgada e com gosto de carne crua, as mãos úmidas de sangue. Por fim, o peixe se dobra à força do pescador. Mas a vitória não será completa - surgem os tubarões... 

Novela da maturidade de Ernest Hemingway, que foi correspondente de guerra e amante das touradas, O Velho e o Mar (1952) é a melhor síntese de sua obra e de sua visão do mundo. 

Escrito num estilo ágil e nervoso, máxima depuração da prosa jornalística do autor, o livro explora os limites da capacidade humana diante de uma natureza voraz, onde todos os elementos estão permanentemente em luta.


Uma ótima leitura a todos!